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  <title>Senhor Palomar</title>
  <subtitle>Livros, autores, leituras e edição de livros em geral.</subtitle>
  <author>
    <name>Senhor Palomar</name>
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  <updated>2010-07-05T13:33:11Z</updated>
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    <issued>2010-07-05T14:32:01</issued>
    <title>Freud e Jung, por Cronenberg?</title>
    <published>2010-07-05T13:33:11Z</published>
    <updated>2010-07-05T13:33:11Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2010/07/01/_-02204123.htm"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://www.revistaenie.com/2010/07/01/fotos/cronen.jpg" alt="" /&gt;Isto captou a atenção do Senhor Palomar&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-29T08:13:12</issued>
    <title>Sabor a Brasil.</title>
    <published>2010-06-29T07:15:29Z</published>
    <updated>2010-06-29T07:15:29Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;
&lt;object width="425" height="344"&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;
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&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;embed height="344" width="425" src="http://www.youtube.com/v/61BW8Em6Vc8&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;/object&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Via &lt;a href="http://www.ciberescritas.com/?p=8260"&gt;Ciberescritas&lt;/a&gt;. Entrevista conduzida por &lt;a href="http://www.saraivaconteudo.com.br/Blog.aspx?filtro=1"&gt;Ramon Mello&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-24T09:51:21</issued>
    <title>Amalfitano.</title>
    <published>2010-06-24T08:54:00Z</published>
    <updated>2010-06-24T08:54:00Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://farm4.static.flickr.com/3239/2598326997_bb385680e5.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor Palomar pergunta-se se alguém acharia mesmo que não convocaria para esta mesa um dos seus amigos de 2666:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;«&lt;em&gt;Amalfitano é o nome de guerra de um pacifista, o desígnio divino de um ateu. Diz-se que já viveu em Santa Teresa (isto é, Ciudad Juarez; isto é, o inferno na terra), com uma voz alheia dentro da cabeça, um medo doido de perder a filha, um livro pendurado com molas nas cordas da roupa. Ele bem que gostava de ser esse homem frágil, perdido no seu próprio labirinto, mas não é personagem de Bolaño quem quer. O mais certo é que viva no Bombarral. Ou então dorme num carro velho, saco-cama no banco de trás e porta-bagagens a abarrotar de livros. Ou então é um gerente de conta do BES, com uma visão muito peculiar do que é o Espírito Santo (nem queiram saber). Ou então embala bifinhos de peru no talho do Pingo Doce de Alvalade, enquanto se imagina num dos navios do Conrad. Ou então é um comentador desportivo com complexos, por gostar dos livros de W. G. Sebald. Ou então é um intelectual da nossa praça de táxis. Ninguém sabe. Ninguém vai saber. Agora aturem-no.&lt;/em&gt;»&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-24T08:41:41</issued>
    <title>Molly Bloom.</title>
    <published>2010-06-23T11:44:57Z</published>
    <updated>2010-06-23T11:44:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://i.telegraph.co.uk/telegraph/multimedia/archive/01431/nan1_1431670c.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegou a vez de Molly Bloom se instalar, passe a expressão, no Senhor Palomar. Apresentação pela própria: «&lt;em&gt;Apelidaram-na de Penélope, dupla da mulher de Joyce, Mulher com direito a maiúscula e tudo: Molly Bloom não quer ser mais do que uma Flor da montanha. Tem à cabeceira uns quantos escritores do establishment português e anglo-saxónico, mas não se priva de escapadelas frequentes com géneros de reputação imprópria. Ilusões, não as tem. O seu mundo é o sensual, a sua palavra a do corpo. Logo, ler dá-lhe tanto prazer quanto cortar os dedos nas folhas. (É só por essa razão que os e-readers não hão-de entrar em Eccles Street, pelo menos até neles poder confundir o seu sangue com o sangue do livro.) Sabe pontuar, oh sim!, se sabe. E sabe dizer não.&lt;/em&gt;»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagem acima: Nan Goldin, Sandra in the Mirror, New York City, 1985.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-23T08:03:26</issued>
    <title>Godot apresenta-se.</title>
    <published>2010-06-22T23:06:00Z</published>
    <updated>2010-06-22T23:06:00Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/IWnCAF5uKB6paQMSNWzp"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px none initial;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/bc2045e0c/6625186_sAECi.gif" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais um colaborador do Senhor Palomar: «&lt;em&gt;Ninguém sabe por que razão Godot não apareceu à hora combinada. É um mistério que alimenta a escrita, combustão para múltiplos devaneios. Mas essa talvez seja a melhor forma de entender a literatura. Como uma ausência que se pressente, a manifestação do que não se vê, um vazio ou um nada que o leitor tem de preencher. Não há verdades definitivas, nem certezas duradouras. Apenas o prazer da leitura. É isso que o senhor Godot pretende partilhar convosco: momentos de silêncio, ao lado de um livro, de um romance, de um ensaio, de um poema ou de um clássico, filtrados pela acessibilidade da linguagem comum. Tirando as suas leituras, Godot tem pouca história. A sua biografia não apresenta muitos factos de relevo. Faz parte daquela geração que aprendeu a viver entre a épica e a crise iminente. Gosta de ler muitos livros de seguida e de os misturar na cabeça. Tem especial devoção pelos bons tradutores, aprecia edições cuidadas e colecciona obras completas. Diz que sim a muitos encontros. Mas a maior parte das vezes esquece-se de aparecer. Talvez fique a ler. Ou a escrever para este blogue.&lt;/em&gt;»&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-22T12:35:19</issued>
    <title>Que bela notícia. Francisco José Viegas publica o seu primeiro livro infantil.</title>
    <published>2010-06-22T11:48:21Z</published>
    <updated>2010-06-22T11:48:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULdKcHzKVdk/TBdn4EDdodI/AAAAAAAAE5E/ZMjQg8za7iU/s400/CAPA_SEF_Nacionalidades_2.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Se eu fosse... Nacionalidades". Ilustrações de Rui Penedo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento é amanhã, na Fábrica dos Pastéis de Nata, em Belém. Apresentação da &lt;a href="http://ojardimassombrado.blogspot.com/2010/06/se-eu-fosse-tudo-o-que-eu-quisesse-ser.html"&gt;doce Carla Maia de Almeida&lt;/a&gt;. O Senhor Palomar quer.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-22T10:12:21</issued>
    <title>Emma Bovary.</title>
    <published>2010-06-22T09:19:57Z</published>
    <updated>2010-06-22T09:19:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://michelle2005.files.wordpress.com/2009/08/woman-reading.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;Mais um convidado: Emma Bovary.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentação pela própria: «Emma Bovary gosta de ler romances de todo o tipo. Lê livros considerados bons e tem um fraquinho pelos livros dos tops, mal vistos pela crítica e pela blogosfera bem lida e melhor pensante. Madame Bovary não é Gustave Flaubert, apesar de poder, eventualmente, ser casada. Emma Bovary é, com certeza, uma senhora, e não acredita que a literatura corrompe. Segundo Emma, que andará pela casa dos trinta e viveu muito pouco, a humanidade está à partida corrompida e só a ficção pode salvar-nos, na medida em que banaliza os erros e nos aliena e angustia de forma mediada, por vozes entrepostas. No sufoco dos outros, podemos esquecer-nos do nosso e respirar melhor. Madame Bovary também lê poesia, mas não gosta de falar sobre isso. E livros de culinária, mas promete não relatar receitas falhadas.»&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-20T21:51:45</issued>
    <title>K.</title>
    <published>2010-06-20T20:58:11Z</published>
    <updated>2010-06-20T20:59:09Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://marcopolli.files.wordpress.com/2007/04/kafka.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;K. é o novo colaborador deste blogue. Velho amigo do Senhor Palomar, e numa altura em que &lt;a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1598148"&gt;o jornalismo português tenta fabricar novos heróis da nossa literatura&lt;/a&gt; (como se isso fosse uma justa homenagem ao &lt;a href="http://senhorpalomar.com/395361.html"&gt;genial defunto que apenas começou a dar nas vistas depois dos cinquenta&lt;/a&gt;), um homem que passou por tão longo, e penoso processo, dará um ar da sua graça e desgraça. Textos do próprio em breve.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-18T13:41:56</issued>
    <title>Muito triste. </title>
    <published>2010-06-18T12:43:21Z</published>
    <updated>2010-06-18T12:43:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Fallece/87/anos/Jose/Saramago/elpepucul/20100618elpepucul_6/Tes"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-15T19:40:00</issued>
    <title>Aviso aos 3 leitores deste blogue.</title>
    <published>2010-06-15T18:42:45Z</published>
    <updated>2010-06-15T18:42:45Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;O Senhor Palomar terá novidades para breve. O Senhor Palomar vai abandonar esta casa, mas antes vai enchê-la de amigos. O Senhor Palomar vai continuar, mas em companhia. O Senhor Palomar não pode dizer mais nada, porque os convidados que passarão a ser residentes ainda não fizeram o &lt;em&gt;check in&lt;/em&gt;. O Senhor Palomar é como aqueles deputados que falam muito, mas não dizem nada. Agora, o Senhor Palomar vai ali e já vem.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-14T17:09:17</issued>
    <title>Aviso à navegação ou quando o Senhor Palomar quer usar este blogue para fazer filosofia de pacotilha.</title>
    <published>2010-06-14T16:11:12Z</published>
    <updated>2010-06-14T16:36:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;As palavras têm destas coisas. Dizer: &lt;em&gt;o teu olhar tem ódio&lt;/em&gt; é, já se vê, muito diferente de &lt;em&gt;o teu olhar tem ópio&lt;/em&gt;. E, contudo, a separar as frases, apenas uma letra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, se este post fosse retirado de um volume de poesia concretista, todos veriam que basta passar uma tempestade para haver uma inversão da forma (ou dos papéis), pelo que é normal que um &lt;em&gt;d&lt;/em&gt; se transformar num &lt;em&gt;p&lt;/em&gt;. Ou talvez não se dissesse nada e isto seja simplesmente estúpido.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-06-10T20:49:59</issued>
    <title>Será o Senhor Palomar um melancómico?</title>
    <published>2010-06-10T19:51:06Z</published>
    <updated>2010-06-10T19:53:15Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://ojardimassombrado.blogspot.com/2010/06/o-senhor-melancomico.html"&gt;Carla Maia de Almeida parece desconfiar que sim&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-20T01:13:23</issued>
    <title>Sinuosa, esta vida.</title>
    <published>2010-05-20T00:14:18Z</published>
    <updated>2010-05-20T00:15:20Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/bfe02d45f/6405146_P29pb.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://quetzal.blogs.sapo.pt/204164.html"&gt;O Senhor Palomar quer&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-20T01:08:07</issued>
    <title>O Senhor Palomar sabe que...</title>
    <published>2010-05-20T00:08:34Z</published>
    <updated>2010-05-20T00:09:04Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;José Luís Peixoto terminou o seu novo romance. E isso é uma boa noticia. Livro, diz ele.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-19T15:35:44</issued>
    <title>Amigos e livros.</title>
    <published>2010-05-19T14:39:33Z</published>
    <updated>2010-05-19T14:39:33Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;O Senhor Palomar tem amigos que escrevem livros. Amigos que não sabem se conseguirão escrever livros. Amigos que quase deixam de viver para os escrever, mas também outros que não se atrevem a redigir uma linha sem antes pensarem em viver. O Senhor Palomar tem amigos que se comprometem com a escrita, mesmo que não sejam capazes de se comprometer com as pessoas que amam, ou (por vezes pior) com as pessoas que as amam. O Senhor Palomar gosta dos seus amigos, mas por vezes não gosta dos seus livros: o Senhor Palomar sabe que isso interessa para pouco.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-18T01:36:22</issued>
    <title>E o Beckett que já disse tudo (sacana, filho-da-mãe).</title>
    <published>2010-05-18T00:39:22Z</published>
    <updated>2010-05-18T00:39:22Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://michaelgreenwell.files.wordpress.com/2007/05/beckett.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Try. Fail again. Fail better&lt;/em&gt;. O único problema é mesmo o adjectivo.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-17T11:59:28</issued>
    <title>Há mais de cem anos que é isto.</title>
    <published>2010-05-17T11:00:50Z</published>
    <updated>2010-05-17T11:00:50Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;«&lt;em&gt;Nós estamos num estado comparável somente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par , a Grécia e Portuga&lt;/em&gt;l.» Eça de Queirós. Roubado ao excelente &lt;a href="http://autoreselivros.wordpress.com/2010/05/17/grecia-e-portugal-eca-de-queiros/"&gt;Autores e Livros&lt;/a&gt;, de Eduardo Coelho.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-16T12:52:03</issued>
    <title>Ser português. Um comovente texto de Carla Maia de Almeida.</title>
    <published>2010-05-16T11:58:40Z</published>
    <updated>2010-05-16T11:58:40Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;«Também eu estou cansada de ver “os melhores espíritos da minha geração” destruídos pelo desgosto quotidiano que é viver neste país; gente para quem emigrar, hoje, é uma decisão tão saudável como combater o mau colesterol. Quem fica, seja por que razão seja, sabe que tem de ser feito de uma liga especial para resistir à corrosão e ao desgaste permanentes. Uma têmpera de aço, ferro, carbono, fósforo, titânio, tungsténio e o diabo a sete, como o raio do Terminator.»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Façam o favor de ler na íntegra &lt;a href="http://ojardimassombrado.blogspot.com/2010/05/o-pais-dos-terminators.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-11T15:20:38</issued>
    <title>A literatura, ou sem entrar em contradição com o post anterior, o Senhor Palomar justifica-se e tenta absolver a Literatura (pois esta nada tem que ver com os seus pecados e demónios).</title>
    <published>2010-05-11T14:31:40Z</published>
    <updated>2010-05-11T14:35:41Z</updated>
    <content type="html">Da literatura, esperamos tudo ou quase tudo. Dos autores, nada menos que nos espelhem o que auguramos um dia pensar, porque sentir já foi mau de mais. Dos livros, queremos nada mais que companhia. Podem até nem resolver nada, nem ser solução para o que seja. Mas é bem certo que o mundo fica bem melhor com eles por perto.</content>
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    <issued>2010-05-11T13:42:13</issued>
    <title>P.S.</title>
    <published>2010-05-11T12:44:03Z</published>
    <updated>2010-05-11T12:44:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Haverá poucas coisas que fazem o Senhor Palomar lamentar tanto e ter pena de si. Uma delas é a vida e a sua capacidade para, num só instante, lhe mostrar que nem toda a literatura do mundo (a melhor, a mais completa, a mais certa de si e a que melhor preenche os tempos que por uso se definem por mortos) é capaz de colmatar a perda de alguém.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-10T17:32:58</issued>
    <title>Pois.</title>
    <published>2010-05-10T16:33:54Z</published>
    <updated>2010-05-10T16:33:54Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1436271"&gt;Foi bom&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-04T12:55:44</issued>
    <title>E agora para mostrar que o Senhor Palomar é totalmente isento e o futebol não o cega, eis um excelente exemplo do melhor jornalismo do burgo.</title>
    <published>2010-05-04T11:57:32Z</published>
    <updated>2010-05-04T11:57:32Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ionline.pt/conteudo/58285-benfica-e-o-22-melhor-clube-do-mundo"&gt;Benfica é o 22º melhor clube do mundo&lt;/a&gt;. O FCP é o 46.º. Não está mau.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-05-04T12:48:51</issued>
    <title>O dia em que o site do Jornal Público mais parece a homepage de um clube rival do próximo campeão.</title>
    <published>2010-05-04T11:49:50Z</published>
    <updated>2010-05-04T12:03:12Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Atente-se na quantidade de notícias em volta do SLB e dos adversários directos, que surgem na &lt;a href="http://desporto.publico.pt/"&gt;página de desporto do Público&lt;/a&gt;. Agora veja-se o teor das mesmas: entre acusações de que o primeiro classificado terá sido levado ao colo, que a defesa está a ceder e que Jorge Jesus vai ter uma semana terrível, assim se vai passeando o Jornal Público. E o Senhor Palomar a vê-lo passar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/h1ApLbGGpatsg7R59ISy"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/sf804fc5e/6314601_zucHz.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: left;"&gt;Clique para ver melhor, porque o Senhor Palomar não consegue formatar a imagem para ficar à medida (estas novas alterações à plataforma não foram pelo melhor)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2010-04-14T16:14:17</issued>
    <title>Este blog não está parado (de novo). </title>
    <published>2010-04-14T15:14:56Z</published>
    <updated>2010-04-14T15:14:56Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Simplesmente o Senhor Palomar anda ocupado. E para já não diz com o quê.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-04-13T13:30:36</issued>
    <title>Ao cuidado da direcção de programas da TV2.</title>
    <published>2010-04-13T12:32:29Z</published>
    <updated>2010-04-13T13:22:38Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;Achas que sabes escrever&lt;/em&gt;? Uma ideia de José Mário Silva que o Senhor Palomar subscreve. No passado, já se fizeram tentativas do género, num programa então dirigido por Mário Zambujal e Rita Ferro. Se a televisão passa a vida a ser necrófaga, ressuscitando e empolando o que mais nos envergonha, por que não recuperar &lt;a href="http://bibliotecariodebabel.com/geral/reality-shows/"&gt;esta boa ideia&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;</content>
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