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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Parece que existem mais editores que editors. Parece que para alguns autores é mais confortável ter um publisher, que compram obras a autores sem as ler. O assistente editorial que se amanhe depois a pescar as ideias no meio da salganhada de frases e parvoíces. Afinal de contas é para isso que ele está. E o publisher, nestes casos, para que serve? E o autor será um verdadeiro autor? Por ligação à publicidade, poderia dizer-se que estes redactores são copys. Embora a designação mais correcta pareça ser paste.



publicado por Senhor Palomar às 08:54
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2 comentários:
De Robertson Frizero a 24 de Novembro de 2009 às 11:54
É exatamente o que penso, como editor, do que se vê hoje.

Tenho, na minha editora, a ingrata tarefa de ler originais enviados por aspirantes a escritor, analisar e retornar a eles meus comentários, dizendo se a editora aceita ou não os originais e o porquê. A grande maioria dos autores não está interessada nisso - querem ser publicados e pronto. Não lhes interessa a sugestão do editor, e muitas vezes tomam isso como ofensa pessoal.

Um professor disse-me uma vez que a maioria de seus alunos - ele tem uma famosa oficina de Escrita Criativa - não querem ser escritores: eles "gostariam de ter sido" escritores, ou seja, querem o glamour (?) da vida literária, mas não a tarefa árdua de escrever, reescrever, abandonar e retomar do zero, muitas vezes, o texto ainda precário.

Perdoe-me o desabafo e obrigado pela postagem.


De George Sand a 29 de Dezembro de 2009 às 10:08
E se editar pudesse ser apenas um exercício de estilo, o mero prazer de partilhar letras, ideias e sonoridades...



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